Mariana Regina de Andrade Miranda - 13 anos
Um dia desses era um bebezinho tão pequenino que eu nem sabia como ia pegar no colo. Imagina: 47 cm e 2,450 kg. Ela não tinha nem cabelo. Podia ser resumida em... joelho! Nunca tinha visto na vida um joelhinho tão redondinho e tão bonitinho. Quando peguei no colo pela primeira vez foi uma sensação incrível, indescritível! O fato é que eu – filha única – não estaria mais só e teria alguém para chamar de “meu”. Minha filha. Minha Mariana. Meu primeiro grande amor mais primeiro, mais puro, mais singelo, mais cheio de tudo, inclusive medo. Pela primeira vez seria de fato responsável por alguém.

São lindos os bebês! Muitas coisas boas e sempre esse amor único de mãe, de Deus!!
ResponderExcluirBjos.
AUDREY,
ResponderExcluirtá vendo a razão pela qual eu só escrevo humor?
Ao final deste seu texto o meu teclado ficou molhado.
Não resistí, e o choro foi tão expontâneo que nem sentí.
Coisa linda que você escreveu, mereceu meu choro e minha verdade em dizê-lo:foi ótimo eu ter chorado!
Audrey, nesta época de desencontros e famílias esfaceladas, filhos que não conseguem mais sequer ver os pais, valores tão contraditórios como estes que estamos vivenciando, você mandou um texto que levanta até o mais pessimistas dos homens!
Nossa! Ainda existem mães!
Graças a Deus ainda existem mulheres chamadas: AUDREY ANDRADE.
Um abração carioca, minha jornalista querida e obrigado pela emoção!
por pequenos caminhos
ResponderExcluirchegam a nossos braços anjinhos
chegam em sonhos em braços maternos
crescem assim num repente bebes eternos
mães corujas olhos encharcados
anjos que dormem em berços orvalhados
pisando em nuvems total silêncio e dormem
noites inteiras acordadas mães preocupadas
mas é doce a dor do parto
faz parte da natureza ciclo perfeito
e entre os braços e peitos seu alimento
parabéns Audrey mãe da Mariana e Pedro
mulher de sucesso assim é o amor materno
em colo e cânticos de dores mas em segredo.
"chinelos a postos"...que boa mãe nunca fez uso deles!!!!rs
ResponderExcluirE acho que todo filho, quando adulto, agradece por ter conhecido os limites que eles dão, a lição que ensinam e o que será reproduzido no futuro.
Ao invés de um mundo tão solto e liberal, os chinelos - e sim, me apeguei a eles, por já tê-los sentido váárias vezes, e sinceramente, acho que se não os tivesse conhecido não teria me formado a mulher que sou hoje - são a forma mais simples de dizer "Eu me importo com você, por isso, corrijo seus atos errados!"
Lindo texto.
Bjks de http://pensosintoedigo.blogspot.com
Oi Audrey
ResponderExcluirQue lindo joelhinho temos nas mãos quando eles nascem e parece que vai quebrar tal a fragilidade.
Maior a nossa fragilidade porque eles são fortes, rebentam pra vida, saem do escurinho e vêem a luz! e iluminam nossa vida.
Linda escrita, lindo amor , só as mães avaliam com tamanha certeza de ter vivido igual.
obrigada pela presença querida, volte sempre.
deixo abraços e afetos
Parabéns a Mariana pela maezinha amorosa!
agradecido pela visita ao Rembrandt. Gostei muito do seu espaço
ResponderExcluirabraço
Confreira amiga , amei o seu blog. Ficarei uma visitante assídua .Tenha um Natal Feliz junto a sua maravilhosa familia .Abraços , Rosa
ResponderExcluirhttp://blogflordapaz.blogspot.com
Parabens... E curta cada dia as mudanças que nunca param.
ResponderExcluirUm Abraço do Macaco.
Parabéns, adorei seu blog e suas postagens!
ResponderExcluirParabéns também vc tem filhos lindos.
beijos ;*