É tempo de travessia! É tempo de caminhada! É tempo de aprender! É tempo de ensinar! É tempo de compartilhar!
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Ah o tempo...
"Não existe remédio que cure a dor da alma, mas apenas um anestésico chamado tempo que te ensina a não sentir nenhuma dor por mais que a ferida perdure". Ah o tempo...
terça-feira, 9 de setembro de 2014
De volta ao banco
Levantei-me do meu banco
O convidei para dança um tango
Passos marcados, arrojo
Envolvimento, encanto.
O amor me tirou para dançar
Toques apertados, entrega
Sentimento, festejar.
A vida me pregou uma peça
Tirou a música, partida
Solitária, dispersa.
A distância me tirou o amor
Falta de ar, tristeza
Mágoa, dor.
Volto ao banco cativo de expectadora
O observo partir para outra dança
Passos largos, devastação
Sem som, desesperança.
O convidei para dança um tango
Passos marcados, arrojo
Envolvimento, encanto.
O amor me tirou para dançar
Toques apertados, entrega
Sentimento, festejar.
A vida me pregou uma peça
Tirou a música, partida
Solitária, dispersa.
A distância me tirou o amor
Falta de ar, tristeza
Mágoa, dor.
Volto ao banco cativo de expectadora
O observo partir para outra dança
Passos largos, devastação
Sem som, desesperança.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Fé, amor e esperança!
sábado, 24 de maio de 2014
Faltando pedaços
O amor é um grande laço, um passo pr'uma armadilha
Um lobo correndo em círculos pra alimentar a matilha
Comparo sua chegada com a fuga de uma ilha:
Tanto engorda quanto mata feito desgosto de filha
O amor é como um raio galopando em desafio
Abre fendas cobre vales, revolta as águas dos rios
Quem tentar seguir seu rastro se perderá no caminho
Na pureza de um limão ou na solidão do espinho
O amor e a agonia cerraram fogo no espaço
Brigando horas a fio, o cio vence o cansaço
E o coração de quem ama fica faltando um pedaço
Que nem a lua minguando, que nem o meu nos seus braços
Djavan
*******
Resolvi juntar os pedaços de mim para não deixar que os ventos
os levem... Não sei se o fiz por capricho ou por amor. Não me entreguei ao
cansaço. Não quero me perder no caminho. No meu pequeno caminho.
Hoje vou apenas Djavanear para o tempo passar... porque
quando faltam alguns pedaços, só o tempo para trazer a paz!
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Um pouquinho das férias
Hora de aproveitar um pouco na praia, já que o Rio de Janeiro está fervendo literalmente. Vamos para Região dos Lagos, aproveitar um pouco a praia, a piscina e passar momento de lazer. Hora de arrumar as malas. Tudo pronto! Daí vem os transtornos!
Audrey – Pedro, já arrumei suas coisas, porque você sempre esquece tudo. Levanta para irmos.
Pedro – Tô fora, mãe. Eu não quero viajar, ir para a praia, com esse sol todo?! E a areia?! Eu sou brando e você me deixa plastificado com o protetor.
Audrey – Mas, Pedro, você quer ir para a praia com chuva? Tem que ser com sol. Além do mais, se você não passar o protetor, vai ficar muito queimado e todo se ardendo.
Pedro – Então, já que vou ficar assim, prefiro ficar na casa dos meus avós.
Audrey – Ah, Pedro, vamos?! Vai ser legal!
Pedro – Já que vai ser legal, aproveita por nós dois!
Detalhe: moro na Zona Norte do Rio e piscina em casa é de plástico.
Audrey – Vamos Mariana! Vamos pegar as coisas, passar na casa da sua avó, deixar o Pedro, almoçar e depois vamos para Barra de São João.
Mariana – O Pedro não vai?! Como assim? Ele prefere ficar em casa?
Audrey – Pois é, Mariana, fazer o quê?!
Mariana – Definitivamente esse garoto não é normal. Eu vou!!!
Foram dias excelentes. Só não foram ainda melhores porque o Pedro não foi. Descansar?! Claro que não. Aproveitar foi o lema.
Dias lindos, com pessoas maravilhosas!!! Céu azul, gaivotas voando, peixes nas águas cristalinas, caranguejo (Mariana foi mordida por um caranguejo duas vezes. Uma vez seria pouco! rsrsrs), estrelas do mar, água gelaaada... Diversão garantida!!!
Audrey – Pedro, já arrumei suas coisas, porque você sempre esquece tudo. Levanta para irmos.
Pedro – Tô fora, mãe. Eu não quero viajar, ir para a praia, com esse sol todo?! E a areia?! Eu sou brando e você me deixa plastificado com o protetor.
Audrey – Mas, Pedro, você quer ir para a praia com chuva? Tem que ser com sol. Além do mais, se você não passar o protetor, vai ficar muito queimado e todo se ardendo.
Pedro – Então, já que vou ficar assim, prefiro ficar na casa dos meus avós.
Audrey – Ah, Pedro, vamos?! Vai ser legal!
Pedro – Já que vai ser legal, aproveita por nós dois!
Detalhe: moro na Zona Norte do Rio e piscina em casa é de plástico.
Audrey – Vamos Mariana! Vamos pegar as coisas, passar na casa da sua avó, deixar o Pedro, almoçar e depois vamos para Barra de São João.
Mariana – O Pedro não vai?! Como assim? Ele prefere ficar em casa?
Audrey – Pois é, Mariana, fazer o quê?!
Mariana – Definitivamente esse garoto não é normal. Eu vou!!!
| Na viagem |
| Na praça |
| Na praia |
| Quase dormindo |
| Costa Azul, Rio das Otras |
| Barra de São João |
| Adolescentes |
| Dois pontinhos no mar |
| Praia da Barra |
Foram dias excelentes. Só não foram ainda melhores porque o Pedro não foi. Descansar?! Claro que não. Aproveitar foi o lema.
Dias lindos, com pessoas maravilhosas!!! Céu azul, gaivotas voando, peixes nas águas cristalinas, caranguejo (Mariana foi mordida por um caranguejo duas vezes. Uma vez seria pouco! rsrsrs), estrelas do mar, água gelaaada... Diversão garantida!!!
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Kawó Kabiesilé
"Sê como o sândalo, que perfuma o machado que o fere".
Buda
*******
A suave brisa traz mudanças. E mudanças em vários sentidos e
com novas direções. Onde quem reina é a justiça, com seu pesado machado. Justiça divina, justiça dos homens... Justiça!
Kawó Kabiesilé!!!
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Sou o meu chão
Me perco no tempo
Não me reconheço
Sou uma folha mal escrita.
Meus olhos andam cegos
Não vejo a luz
Não encontro o caminho.
Sou dia e noite
Sou desesperança
Sou abandono.
Um caco
Me visto do cansaço
Me dispo de mim.
Labirinto forçado
Na mata escura
De terra úmida.
Não me ergue a mão
Não me tira da escuridão
Sou o meu chão.
Não me reconheço
Sou uma folha mal escrita.
Meus olhos andam cegos
Não vejo a luz
Não encontro o caminho.
Sou dia e noite
Sou desesperança
Sou abandono.
Um caco
Me visto do cansaço
Me dispo de mim.
Labirinto forçado
Na mata escura
De terra úmida.
Não me ergue a mão
Não me tira da escuridão
Sou o meu chão.
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